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1991
Governo Português toma a decisão de construir uma Segunda Travessia sobre o Tejo
Constituição do GATTEL - Gabinete para a Travessia do Tejo em Lisboa, com a função de decidir a sua localização, e coordenar e controlar os processos exigidos para promover a sua construção e exploração por uma concessionária privada.
1994 (Abril)
A LUSOPONTE, consórcio de empresas Portuguesas, Inglesa e Francesa ganha o concurso público Internacional para a concessão do projecto, construção, financiamento e exploração da nova travessia.
1995 (Fevereiro)
Dá-se inicio á construção da Ponte Vasco da Gama
1998 (29 de Março) - Abertura ao tráfego
da Ponte Vasco da Gama
A localização foi escolhida por forma a que a Nova Travessia aliviasse o congestionamento de tráfego na Ponte 25 de Abril e que evitasse que o tráfego pesado que se desloca entre o Norte e o Sul do País entrasse na cidade de Lisboa.
Este projecto, que foi concluído num apertado prazo de construção de modo a permitir o fácil acesso à Expo' 98, incluiu igualmente o projecto de expropriações e realojamento, que pela primeira vez em Portugal, ficou a cargo de uma entidade privada.
Uma das grandes preocupações deste gigantesco projecto foi sempre a preservação do meio ambiente em que se inseriu, dando origem a um vasto programa ambiental implementado desde o inicio da construção e que incluiu, entre outras coisas, a recuperação das Salinas do Samouco localizadas na Zona de Protecção Especial.
A construção da Ponte Vasco da Gama sobre o Rio Tejo pela Lusoponte, está agora escrita nos anais da história da engenharia civil como um dos maiores e mais bem sucedido projecto do Séc. XX.
O reconhecimento Internacional desta obra está bem patente através da atribuição do primeiro prémio pela prestigiada Instituição Ibero-Americana de Arquitectura e Engenharia Civil, durante o ano 2000.
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